Lá vamos nós de novo! Chegou a hora de mais um capítulo da série em que exponho meus erros do passado na internet, para o mundo inteiro ver!
Da última vez, contei um dos meus erros na frenagem. E desta vez… é outro erro na frenagem! HaHa.
Bom, eu finalmente tinha superado aquele hábito de iniciante de tirar o pé do acelerador cedo demais porque ficava nervoso na hora de frear.
Minha velocidade na entrada das curvas estava começando a ficar mais constante, e eu estava bem confiante. “Agora vou tentar fazer as curvas em velocidades mais altas!”
Só que, quando comecei a contornar as curvas mais rápido do que antes, ficou mais difícil controlar o carro.
E foi aí que comecei a perceber que a velocidade com que eu entrava nas curvas ainda variava mais do que eu imaginava.
Ué? Eu estava tomando cuidado para perder o mínimo de tempo ao tirar o pé de um pedal e pisar no outro. Então por que a velocidade ainda variava tanto?
Será que eu não estava freando sempre no mesmo ponto?
Mas eu tinha uma referência para frear e pisava no freio no mesmo lugar todas as vezes. Então o ponto de frenagem devia ser sempre o mesmo, não?
…Pois é, foi aí que eu me enganei!!!
As referências de frenagem geralmente são placas ou outros objetos na beira da pista, não é?
Eu ficava de olho em uma dessas referências e, quando pensava “É aqui!”, pisava no freio.
Só que, como eu ainda era iniciante, às vezes me concentrava tanto nisso que acabava demorando demais para virar o volante na curva seguinte.
Então, sem nem perceber, comecei a frear pensando coisas como “A curva, a curva…”
E acabei indo longe demais para o outro extremo. Já não estava freando num ponto bem definido. Ou seja, ter uma referência já não estava adiantando nada.
Por outro lado, se eu prestasse atenção demais na referência de frenagem, quando desviava o olhar para a curva, meu cérebro não conseguia processar a tempo o que eu estava vendo. E acabava virando o volante tarde demais de novo.
Então resolvi tentar outra coisa.
Em vez de olhar diretamente para a referência de frenagem, passei a olhar para a frente e a identificar o ponto de frenagem pela paisagem ao redor.
E isso resolveu o problema.
“Ah, então era isso. Que idiota!”
Lição aprendida:
Saiba exatamente onde frear.